Mostrando postagens com marcador pegada hídrica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pegada hídrica. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de junho de 2014

A nova modalidade de guerra

agua

 

Estamos falando da água! Esse elemento mineral, essencial à vida de todos os que estão neste “pequeno planeta azul” chegou ao máximo de sua exploração e descaso por parte dos humanos, principalemente. Nas palavra do ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca de Macedo, o Homem é o único animal que suja (defeca, em suas palavras) a água que precisa para beber.

Não há como rebater esse argumento! Numa rápida comparação entre os chamados “civilizados” e os nativos da região do Xingu, por exemplo, sobram exemplos do respeito que os nativos têm com a vida e com a água. há relatos de meninos, brincando no rio durante várias horas, deixarem o rio para, atrás de uma árvore ou numa pequena moita, deixarem a brincadeira em que estavam para urinar. A necessidade fisiológica era feita FORA DO RIO; preservando a qualidade da água que seria utilizada por outros. Não é admirável?

Com as várias mudanças de nosso clima, ao longo de todo globo, vemos excessos de chuvas ou perídos de estiagem mais longos do que o normal. Com essa situação é natual que haja, mesmo num país tão privilegiado pela natureza como o Brasil, crises de colapso hídrico com restições ao consumo ou crises causadas por enchentes que igualmente afetam tantas cidades brasileiras.

Recentemente vimos pelos meios de comunicação as discordâncias dos governadores dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo sobre os direitos de uso de água do Rio Paraíba. A cidade de São Pulo lançou mão de estoques de água que nunca foram utilizados anteriormente; a chamada “água morta” existente numa profundidade que requer tecnologia especial para sua utilização.

No artigo “Paraíba do Sul, um rio que desperta para sua importância”  é descortinado um pouco mais dessa realidade que vivemos neste momento. E revela algumas verdades, como a descrita na frase a seguir:

As cidades brasileiras estão, em sua maioria, de costas para seus rios. No Vale do Paraíba essa realidade começa a mudar e o rio assume a centralidade em um debate que vai além da simples distribuição de suas águas em partilhas políticas.

A Sociedade, de uma forma geral, é extremamente complacente com os dirigentes governamentais em relação à falta de ação para a manutenção e construção de infraestrutura necessária para a proteção dos mananciais, no impedimento de deixar dejetos serem livremente jogados nos rios, no uso racional da água, enfim.

domingo, 17 de março de 2013

2013–Ano Internacional de Cooperação pela Água


Existem boas notícias! Por isso é bom conhecê-las e divulgá-las…

Projeto para recuperação das águas. Em Extrema-MG. É fantástico!!!

O programa Globo Rural começou uma série de reportagens para apresentar os resultados de cooperação pela água, realizada com alguns produtores da Região Sul de Minas Gerais já rendeu prêmios que são promovidos pela ONU, reconhecendo como “uma das melhores práticas mundiais de conservação”.
Extrema virou uma vitrine de bons exemplos e a expectativa era de que a experiência se alastrasse país afora, mas até agora é bem pequena no Brasil a quantidade de programas que pagam o produtor rural pela prestação de serviços ambientais. Não passa de 20 o número de projetos em todo o território nacional.
Estamos num momento crítico de consumo de água, com sérios riscos de colapso em muitas cidades brasileiras. Por isso, essa iniciativa (que iniciou em 2008) deve ser divulgada e apoiada por todos, tanto da sociedade civil em geral (empresários, entidades não governamentais, universidades, etc.) e, um pouco mais difícil  das entidades governamentais.

Esse programa de cooperação é a melhor notícia ambiental deste ano!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Riqueza que cai do céu

Pés de águaSão muitas as possibilidades de aproveitamento de água, até seguirem seu curso normal.

Pela ação do Sol as águas sobem e, depois de algum tempo e pela ação do vento (também dependente do Sol), se transformam em chuva distribuídas em outras regiões.

Pegada Hídrica

A nossa “pegada hídrica” pode ajudar a natureza (e a todos nós, por consequência) se observarmos algumas questões essenciais, tais como:

  • a água da chuva não é potável, por não possuir os minerais essenciais para a nossa saúde. Isso não impede que a usemos para outros fins
  • a água usada na limpeza, no chuveiro, etc. pode ser reutilizada para uso nos vasos sanitários
  • cuidar dos investimentos necessários antes da crise sempre é mais

Em artigo na parte de Economia, do Jornal Estadão, são revelados os benefícios com a Captação da água da chuva gera economia, é demonstrada a importância dessa mudança de comportamento de cada um de nós.

A água é um bem escasso, ainda que o artigo comece citando o francês Antoine Lavoisier em sua frase: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, devemos entender que a água para uso humano vem se mostrando cada vez mais rara.

A ação do homem

O Homem – especialmente nos últimos anos – vem acelerando os meios de poluição (e morte) dos rios e lagos. O mar já tem muitos pontos totalmente descaracterizados, pela agressão ambiental que sofreram e as geleiras (uma fonte de água doce) vem sendo explorada e já começaram a diminuir sua reserva.

Os famosos aquíferos, localizados generosamente em várias regiões do Brasil, começam, também, a apresentar vários sinais de contaminação, especialmente pelo veneno usado, em grande quantidade, nas lavouras…

Realmente, na natureza tudo se transforma. É essa transformação que poderá levar a vida, na forma que conhecemos, à extinção. Se você ajudar a divulgar essa notícia quem sabe mudamos esse destino?

Vamos cuidar das boas práticas?

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Aquíferos no Brasil

Esta foto foi extraída do Blog que trata de questões ambientais, dentre outros assuntos, revela a descoberta desse aquífero, baseado na pesquisa da Universidade Federal do Pará, conforme noticiado pelo Último Segundo.

As notícias, sem dúvida importantes, devem nos levar a uma profunda reflexão sobre a forma como temos tratado desse bem, especialmente nos últimos 150 / 200 anos.

A ocorrência das secas em várias regiões do globo, bem como em algumas das regiões brasileiras fora das áreas mais castigadas pela seca (caso do Nordeste e parte do Centro Oeste). Temos crise hídrica no Rio Grande do Sul, no Paraná e em São Paulo.

Cito esses três estados apenas, já que não conheço mais profundamente essa questão em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina (só para aumentar um pouco a lista de regiões críticas).

Os links estão apresentados. Se alguém quiser conhecer um pouco mais e dar mais uma chance à vida, está é uma das oportunidades que nos são apresentadas.

Reflita, também, sobre as reações que descobertas dessa natureza podem despertar naqueles que vivem em regiões de seca…

sábado, 23 de abril de 2011

ATENÇÃO: ÁGUA!!!

EM ALGUNS LUGARES
ELA JÁ NÃO EXISTE MAIS


Deli, Índia. Todos querem, apenas, um pouco de água...
Moradores de uma favela em disputa, em Deli Índia, para a água que é entregue no dia a dia. O acampamento é o lar de cerca de 4.000 trabalhadores migrantes, mas carecem de uma fonte de água limpa e são dependentes de caminhões pipa, público e privado, para trazê-la.
Leia mais: http://www.time.com/time/photogallery/0,29307,1724375_1552668,00.html#ixzz1KMElUNbj
 

Dois Sudaneses bebem água dos pântanos, com tubos plásticos, especialmente concebidos para este fim, com filtro para filtrar as larvas flutuantes, responsáveis pela enfermidade da lombriga da Guiné.
O programa distribuiu milhões de tubos e já conseguiu reduzir em 70% esta enfermidade debilitante.
Leia mais: 



Os glaciares que abastecem a Europa de água potável perderam mais da metade do seu volume, no século passado. Na foto, trabalhadores da estação de esqui do glaciar de Pitztal, na Áustria, cobrem o glaciar com uma manta especial para proteger a neve e retardar o seu derretimento, durante os meses de Verão...
Leia mais:


 
As águas do delta do rio Níger são usadas para defecar, tomar banho, pescar e despejar o lixo.

 
Água com cheiro fétido misturado com carvão são as que correm nas torneiras de Kenny Stroud por mais de uma década, na cidade de Rawl, West Virginia.
Leia mais: 


Aldeões na ilha de Coronilla, Quénia, cavam poços profundos em busca do precioso líquido, a apenas 300 metros do mar. A água é salobra. 
Leia mais:  

 
Aquele que foi o quarto maior lago do mundo, o Mar de Aral, agora é um cemitério poeirento de embarcações que nunca mais zarparão... Perdeu 2/3 do seu volume de água porque os rios desviado para irrigação de algodão, na era soviética.  
Leia mais: 


Alunos do ensino fundamental Miyun em Pequim ao descobrirem o estado sujo de uma amostra de água retirada do seu reservatório local. De 25 a 33 por cento dos chineses não têm acesso a água potável.



A água em Mumbai, na Índia, é extremente cara; muitos moradores da favela dependem de vazamentos encontrados - ou criados - nos tubos de massa que levam água aos bairros mais ricos. Os pobres da cidade, para evitar o lixo que cerca suas residências, andam em cima das condutas.
Leia mais:  



As crianças dos países em desenvolvimento têm medo de usar latrinas e similares, porque elas são escuras e mal cheirosas, além de temerem cair no buraco. Para esta escola, na Índia, a WaterAid, uma ONG britânica constrói banheiros para crianças.
Leia mais:

VALORIZE A ÁGUA!
EM
ALGUNS LUGARES, ELA
JÁ NÃO EXISTE MAIS...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...