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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

As vantagens que a economia de baixo carbono pode proporcionar

tendencias-desafios-emissoes-brasileiras-gases-efeito-estufa

foto em tendências-desafios-emissoes-brasileiras-gases-efeito-estufa 

Somos um país anacrônico, com toda certeza!

Estamos sempre falando em realizações e feitos “que nos enchem de orgulho”, e servem para demonstrar nossa enorme arrogância…

Novamente toma algumas manchetes a questão do aquecimento global, causado principalmente pela emissão de carbono.

Parece que as negociações comerciais, iniciadas pela ação pioneira promovida pelo ETHOS e BNDES, no ano passado (Nov/2013), estão dando resultado positivo.

Mesmo com o impacto que a crise hídrica vem causando, temos de considerar que a matriz energética do Brasil é uma grande vantagem competitiva.

Claro que devemos continuar a estimular a geração de energia de fontes alternativas, especialmente as proporcionadas pelo Sol (eólica e fotovoltaica). Acredito que tudo esteja acontecendo e de forma crescente, ainda que os incentivos para isso sejam poucos, além de política contrária e predatória.

Sobre nossa evolução é interessante conhecer o artigo em: “Tendências e desafios das emissões brasileiras de Gases de Efeito Estufa (GEE), de Tasso Azevedo.

Os sinais para que haja, realmente, uma efetiva sustentabilidade estão cada vez mais visiveis. Esperemos que para todos…

quarta-feira, 11 de junho de 2014

A nova modalidade de guerra

agua

 

Estamos falando da água! Esse elemento mineral, essencial à vida de todos os que estão neste “pequeno planeta azul” chegou ao máximo de sua exploração e descaso por parte dos humanos, principalemente. Nas palavra do ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca de Macedo, o Homem é o único animal que suja (defeca, em suas palavras) a água que precisa para beber.

Não há como rebater esse argumento! Numa rápida comparação entre os chamados “civilizados” e os nativos da região do Xingu, por exemplo, sobram exemplos do respeito que os nativos têm com a vida e com a água. há relatos de meninos, brincando no rio durante várias horas, deixarem o rio para, atrás de uma árvore ou numa pequena moita, deixarem a brincadeira em que estavam para urinar. A necessidade fisiológica era feita FORA DO RIO; preservando a qualidade da água que seria utilizada por outros. Não é admirável?

Com as várias mudanças de nosso clima, ao longo de todo globo, vemos excessos de chuvas ou perídos de estiagem mais longos do que o normal. Com essa situação é natual que haja, mesmo num país tão privilegiado pela natureza como o Brasil, crises de colapso hídrico com restições ao consumo ou crises causadas por enchentes que igualmente afetam tantas cidades brasileiras.

Recentemente vimos pelos meios de comunicação as discordâncias dos governadores dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo sobre os direitos de uso de água do Rio Paraíba. A cidade de São Pulo lançou mão de estoques de água que nunca foram utilizados anteriormente; a chamada “água morta” existente numa profundidade que requer tecnologia especial para sua utilização.

No artigo “Paraíba do Sul, um rio que desperta para sua importância”  é descortinado um pouco mais dessa realidade que vivemos neste momento. E revela algumas verdades, como a descrita na frase a seguir:

As cidades brasileiras estão, em sua maioria, de costas para seus rios. No Vale do Paraíba essa realidade começa a mudar e o rio assume a centralidade em um debate que vai além da simples distribuição de suas águas em partilhas políticas.

A Sociedade, de uma forma geral, é extremamente complacente com os dirigentes governamentais em relação à falta de ação para a manutenção e construção de infraestrutura necessária para a proteção dos mananciais, no impedimento de deixar dejetos serem livremente jogados nos rios, no uso racional da água, enfim.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Você tem 1 minuto para algo que, provavelmente, não lhe diz respeito?

Risco global da agua ao redor do mundo
Risco global de água ao redor do mundo.

Provável situação, daqui há pouco tempo:

Provavelmente vou tratar de algo totalmente desimportante para a grande maioria das pessoas. Também governantes, em especial os prefeitos das cidades brasileiras, essa questão é de pouca importância, mesmo num ano eleitoral como este em que estamos... A grande preocupação continua sendo as obras para a copa mundial de futebol e a redução dos R$ 0,20 nas passagens do transporte urbano.

O assunto que vou abordar é a ÁGUA. Elemento que, sabemos pelos estudos da biologia, da química, da física, da medicina, da economia, etc., ser essencial para a vida! Talvez por não ser tema de novelas, nem de outros folhetins que inundam a mídia, muito poucas pessoas se deem ao trabalho de ler e, principalmente, pensar sobre essa questão.

Quase todos acreditam que alguém irá tomar as providências necessárias, não ficando nada por fazer por parte de qualquer indivíduo. Muito menos dele!

O assunto ao qual me refiro é, nada mais nada menos, do que a nossa singela ÁGUA!

Sobre as mudanças climáticas

A mídia tem feito vários documentários acerca do aquecimento global. Noticia, fartamente, as questões que foram debatidas e geraram o famoso “Protocolo de Kioto”, provavelmente esquecido por todos. Especialmente pelos responsáveis em cumprir com os termos consignados em documento público.

Nenhuma dúvida quanto ao momento em que vivemos. Realmente estamos passando por uma séria mudança climática, sem precedentes nos últimos anos. Quantos anos? A partir de quando começamos, de fato, a medir e a registrar as temperaturas e as variações climáticas? Não temos muitas referências sobre isso. A maioria das pesquisas ainda se baseia em dados obtidos de árvores milenares, bem como das bolhas de ar formadas em pedaços de gelo, extraídos de grande profundidade...

Ou seja: cientificamente, dentro do que essa palavra encerra, nenhuma informação temos que possam justificar as declarações espalhadas pela mídia, com base em “declarações” de “cientistas” e de outros guindados à condição de especialistas.

Pode parecer paradoxal. O suposto aquecimento global, causado pelo efeito estufa, irá gerar um resfriamento tão grande da Terra que nos colocará – provavelmente – numa nova era glacial. Para essa conclusão basta um pouco de reflexão, pura e simples!

O que podemos fazer?

Em nossa condição de meros humanos neste complexo sistema que contém a Terra, como planeta, resta muito pouco a fazer.

Só que o que podemos fazer é muito importante para que passemos, sem grande desconforto, esses momentos mais agudos que a condição climática causa. Nesse sentido, sugiro que sejam analisados os seguintes aspectos:
a) Rever constantemente o consumo de água em sua casa, observando possíveis vazamentos ou perdas desnecessárias de água, se houver mudança de padrão;
b) Baixar a quantidade média de consumo dos últimos meses. Valorizar cada litro d´água despendido em sua residência ou local de trabalho;
c) Acompanhar – junto às autoridades de seu município – os trabalhos de captação e potabilização da água destinada ao consumo. Incentivar junto a prefeitos e vereadores campanhas no sentido de economizar água e acompanhamento junto aos grandes consumidores (indústrias, escolas, hospitais, etc. em especial);
d) Outras ações compatíveis com a região onde você mora.

Algumas informações

No artigo: “As projeções sobre o futuro da água” há uma análise muito detalhada sobre esse recurso natural, bem como a forma de precifica-lo. Não tenha dúvida de que se os prefeitos da cidade não fazem nada para gerir o consumo e prolonga-lo ao longo do tempo é por estarem de olho nas possibilidades de ganho com o aumento do preço a ser cobrado. Falta de caráter e de ética são muito comuns nas esferas da gestão pública. E como a grande maioria das pessoas é ignorante acaba achando uma “boa ideia” o aumento proposto pelos interessados em amealhar, um pouco mais, os escassos recursos da população. É uma forma de “roubo oficial”!

Muitos conhecem a música feita sobre o Rio Piracicaba, de Sérgio Reis, que tem a seguinte letra:
O rio de Piracicaba vai jogar água pra fora
Quando chegar a água dos olhos de alguém que choraLa na rua onde eu moro só existe uma nascente
A nascente dos meus olhos já formou água corrente
Pertinho da minha casa já formou uma lagoa
com a lágrima dos meus olhos por causa de uma pessoaO rio de Piracicaba vai jogar água pra fora
Quando chegar a água dos olhos de alguém que choraEu quero apanhar uma rosa, minha mão já não alcança
eu choro desesperado igualzinho a uma criança
duvido alguém que não chore pela dor de uma saudade
quero ver quem que não chora quando amar de verdade.O rio de Piracicaba vai jogar água pra fora
Quando chegar a água dos olhos de alguém que choraQuando chegar a água dos olhos de alguém que choraQuando chegar a água dos olhos de alguém que chora.
Pois bem. Esse Rio está se transformando em nova atração turística. Não por conta de suas águas ou de sua antiga e famosa quantidade de peixes. O motivo é por conta da seca, conforme a manchete do Globo: “Seca vira atração turística e grupo entra com 3 carros em leito de rio”.

E agora? Já dá para prestar um pouco mais de atenção para a condição da água? Quais as medidas que você irá adotar?

Afinal, cada um de nós é responsável nesse processo de solução...

domingo, 17 de março de 2013

2013–Ano Internacional de Cooperação pela Água


Existem boas notícias! Por isso é bom conhecê-las e divulgá-las…

Projeto para recuperação das águas. Em Extrema-MG. É fantástico!!!

O programa Globo Rural começou uma série de reportagens para apresentar os resultados de cooperação pela água, realizada com alguns produtores da Região Sul de Minas Gerais já rendeu prêmios que são promovidos pela ONU, reconhecendo como “uma das melhores práticas mundiais de conservação”.
Extrema virou uma vitrine de bons exemplos e a expectativa era de que a experiência se alastrasse país afora, mas até agora é bem pequena no Brasil a quantidade de programas que pagam o produtor rural pela prestação de serviços ambientais. Não passa de 20 o número de projetos em todo o território nacional.
Estamos num momento crítico de consumo de água, com sérios riscos de colapso em muitas cidades brasileiras. Por isso, essa iniciativa (que iniciou em 2008) deve ser divulgada e apoiada por todos, tanto da sociedade civil em geral (empresários, entidades não governamentais, universidades, etc.) e, um pouco mais difícil  das entidades governamentais.

Esse programa de cooperação é a melhor notícia ambiental deste ano!

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A face da fábrica do futuro

No filme "O Dia em que a Terra Parou" há uma cena emblemática quando na busca de demover a destruição da humanidade pela entidade alienígena um cientista, mais esclarecido (talvez pela própria idade e vivência) diz: "O Homem só encontrará a solução para seus problemas de sobrevivência quando já estiver na beira do abismo. Somente nesse momento é que estaremos prontos para evoluir. Dê-nos essa chance..."

Pode ser que isso seja um fato a ser constatado em breve. Só que no percurso desse caminho muitas vidas serão sacrificadas. Não apenas vidas humanas. Vidas de todas as espécies animal, vegetal e, até, mineral.

A Revista Amanhã apresenta algumas soluções que estão sendo implementadas no Sul. Sem dúvida, não podemos deixar de apontar, o Estado do Rio Grande do Sul como o que vem se defrontando com uma das maiores crises, causada pela própria ação humana na exploração desordenada e irresponsável da natureza.

Claro que há crises no Norte e Nordeste. Deverão se agravar com as ações desastradas que foram realizadas por lá, também. Sem falar no componente político que traz a miséria para grande parte da população residente.

Costumo dizer que o gaúcho (sem qualquer bairrismo ou denominação pejorativa) é um gafanhoto que não deixa nada vivo por onde passa.

Depois de devastar seu estado eles passaram a promover, na mesma maneira adotada há mais de 100 anos, na exploração exaustiva da terra. A riqueza que o estado apresentou durante uma grande parte de sua história está sendo cobrada com juros das gerações atuais e das futuras, se nada for feito.

Começa em Joinville, importante cidade de Santa Catarina, algumas mudanças significativas dos empresários. Os aspectos mais relevantes são a Sustentabilidade e o respeito pelo Meio Ambiente.

Em várias outras cidades no Sul do brasil o empresariado está despertando para a necessidade (e grande oportunidade) em adotar novos padrões de gestão de seus negócios, especialmente em relação à conservação da água, reciclagem de lixo, etc.

Nos links abaixo são apresentados os artigos:

A face da fábrica do futuro:
Autossuficiente em água e energia, com processos que não geram resíduos e nem gases poluentes, as novas plantas industriais se aproximam do ideal do lucro sem impacto ambiental
O custo de uma fábrica verde pode ser o mesmo de uma fábrica normal
Fontes de inspiração verdes
Saiba o que as empresas do sul estão fazendo para tornar os ambientes fabris mais alinhados com conceitos de sustentabilidadeAções sustentáveis aplicadas em indústrias distribuídas em várias cidades do Sul brasileiro


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Riqueza que cai do céu

Pés de águaSão muitas as possibilidades de aproveitamento de água, até seguirem seu curso normal.

Pela ação do Sol as águas sobem e, depois de algum tempo e pela ação do vento (também dependente do Sol), se transformam em chuva distribuídas em outras regiões.

Pegada Hídrica

A nossa “pegada hídrica” pode ajudar a natureza (e a todos nós, por consequência) se observarmos algumas questões essenciais, tais como:

  • a água da chuva não é potável, por não possuir os minerais essenciais para a nossa saúde. Isso não impede que a usemos para outros fins
  • a água usada na limpeza, no chuveiro, etc. pode ser reutilizada para uso nos vasos sanitários
  • cuidar dos investimentos necessários antes da crise sempre é mais

Em artigo na parte de Economia, do Jornal Estadão, são revelados os benefícios com a Captação da água da chuva gera economia, é demonstrada a importância dessa mudança de comportamento de cada um de nós.

A água é um bem escasso, ainda que o artigo comece citando o francês Antoine Lavoisier em sua frase: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, devemos entender que a água para uso humano vem se mostrando cada vez mais rara.

A ação do homem

O Homem – especialmente nos últimos anos – vem acelerando os meios de poluição (e morte) dos rios e lagos. O mar já tem muitos pontos totalmente descaracterizados, pela agressão ambiental que sofreram e as geleiras (uma fonte de água doce) vem sendo explorada e já começaram a diminuir sua reserva.

Os famosos aquíferos, localizados generosamente em várias regiões do Brasil, começam, também, a apresentar vários sinais de contaminação, especialmente pelo veneno usado, em grande quantidade, nas lavouras…

Realmente, na natureza tudo se transforma. É essa transformação que poderá levar a vida, na forma que conhecemos, à extinção. Se você ajudar a divulgar essa notícia quem sabe mudamos esse destino?

Vamos cuidar das boas práticas?

quarta-feira, 28 de março de 2012

Não deixe isso morrer…

Repassando!

ESTA MÚSICA É DA DÉCADA DE 1970, ANIMOU MUITOS BAILES, MAS CREIO QUE QUASE NINGUÉM ENTENDIA O QUE  HURRICANE SMITH ESTAVA CANTANDO.

AGORA SE VÊ QUE ELE, HÁ QUASE 40 ANOS, JÁ ESTAVA PREVENDO O QUE IRIAM FAZER COM O MUNDO.

ASSISTA AO VÍDEO, VEJA A LETRA DA MÚSICA E OUÇA A MELODIA MARAVILHOSA NA VOZ ROUCA DE HURRICANE SMITH!

VAMOS FAZER COM QUE ESSA MENSAGEM CORRA O MUNDO!

ISSO MESMO, QUEM SABE ASSIM NÓS CONSEGUIREMOS RETARDAR UM POUCO ESSE FIM!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Aquíferos no Brasil

Esta foto foi extraída do Blog que trata de questões ambientais, dentre outros assuntos, revela a descoberta desse aquífero, baseado na pesquisa da Universidade Federal do Pará, conforme noticiado pelo Último Segundo.

As notícias, sem dúvida importantes, devem nos levar a uma profunda reflexão sobre a forma como temos tratado desse bem, especialmente nos últimos 150 / 200 anos.

A ocorrência das secas em várias regiões do globo, bem como em algumas das regiões brasileiras fora das áreas mais castigadas pela seca (caso do Nordeste e parte do Centro Oeste). Temos crise hídrica no Rio Grande do Sul, no Paraná e em São Paulo.

Cito esses três estados apenas, já que não conheço mais profundamente essa questão em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina (só para aumentar um pouco a lista de regiões críticas).

Os links estão apresentados. Se alguém quiser conhecer um pouco mais e dar mais uma chance à vida, está é uma das oportunidades que nos são apresentadas.

Reflita, também, sobre as reações que descobertas dessa natureza podem despertar naqueles que vivem em regiões de seca…

sábado, 23 de abril de 2011

ATENÇÃO: ÁGUA!!!

EM ALGUNS LUGARES
ELA JÁ NÃO EXISTE MAIS


Deli, Índia. Todos querem, apenas, um pouco de água...
Moradores de uma favela em disputa, em Deli Índia, para a água que é entregue no dia a dia. O acampamento é o lar de cerca de 4.000 trabalhadores migrantes, mas carecem de uma fonte de água limpa e são dependentes de caminhões pipa, público e privado, para trazê-la.
Leia mais: http://www.time.com/time/photogallery/0,29307,1724375_1552668,00.html#ixzz1KMElUNbj
 

Dois Sudaneses bebem água dos pântanos, com tubos plásticos, especialmente concebidos para este fim, com filtro para filtrar as larvas flutuantes, responsáveis pela enfermidade da lombriga da Guiné.
O programa distribuiu milhões de tubos e já conseguiu reduzir em 70% esta enfermidade debilitante.
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Os glaciares que abastecem a Europa de água potável perderam mais da metade do seu volume, no século passado. Na foto, trabalhadores da estação de esqui do glaciar de Pitztal, na Áustria, cobrem o glaciar com uma manta especial para proteger a neve e retardar o seu derretimento, durante os meses de Verão...
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As águas do delta do rio Níger são usadas para defecar, tomar banho, pescar e despejar o lixo.

 
Água com cheiro fétido misturado com carvão são as que correm nas torneiras de Kenny Stroud por mais de uma década, na cidade de Rawl, West Virginia.
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Aldeões na ilha de Coronilla, Quénia, cavam poços profundos em busca do precioso líquido, a apenas 300 metros do mar. A água é salobra. 
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Aquele que foi o quarto maior lago do mundo, o Mar de Aral, agora é um cemitério poeirento de embarcações que nunca mais zarparão... Perdeu 2/3 do seu volume de água porque os rios desviado para irrigação de algodão, na era soviética.  
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Alunos do ensino fundamental Miyun em Pequim ao descobrirem o estado sujo de uma amostra de água retirada do seu reservatório local. De 25 a 33 por cento dos chineses não têm acesso a água potável.



A água em Mumbai, na Índia, é extremente cara; muitos moradores da favela dependem de vazamentos encontrados - ou criados - nos tubos de massa que levam água aos bairros mais ricos. Os pobres da cidade, para evitar o lixo que cerca suas residências, andam em cima das condutas.
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As crianças dos países em desenvolvimento têm medo de usar latrinas e similares, porque elas são escuras e mal cheirosas, além de temerem cair no buraco. Para esta escola, na Índia, a WaterAid, uma ONG britânica constrói banheiros para crianças.
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VALORIZE A ÁGUA!
EM
ALGUNS LUGARES, ELA
JÁ NÃO EXISTE MAIS...

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