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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

As vantagens que a economia de baixo carbono pode proporcionar

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foto em tendências-desafios-emissoes-brasileiras-gases-efeito-estufa 

Somos um país anacrônico, com toda certeza!

Estamos sempre falando em realizações e feitos “que nos enchem de orgulho”, e servem para demonstrar nossa enorme arrogância…

Novamente toma algumas manchetes a questão do aquecimento global, causado principalmente pela emissão de carbono.

Parece que as negociações comerciais, iniciadas pela ação pioneira promovida pelo ETHOS e BNDES, no ano passado (Nov/2013), estão dando resultado positivo.

Mesmo com o impacto que a crise hídrica vem causando, temos de considerar que a matriz energética do Brasil é uma grande vantagem competitiva.

Claro que devemos continuar a estimular a geração de energia de fontes alternativas, especialmente as proporcionadas pelo Sol (eólica e fotovoltaica). Acredito que tudo esteja acontecendo e de forma crescente, ainda que os incentivos para isso sejam poucos, além de política contrária e predatória.

Sobre nossa evolução é interessante conhecer o artigo em: “Tendências e desafios das emissões brasileiras de Gases de Efeito Estufa (GEE), de Tasso Azevedo.

Os sinais para que haja, realmente, uma efetiva sustentabilidade estão cada vez mais visiveis. Esperemos que para todos…

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Você tem 1 minuto para algo que, provavelmente, não lhe diz respeito?

Risco global da agua ao redor do mundo
Risco global de água ao redor do mundo.

Provável situação, daqui há pouco tempo:

Provavelmente vou tratar de algo totalmente desimportante para a grande maioria das pessoas. Também governantes, em especial os prefeitos das cidades brasileiras, essa questão é de pouca importância, mesmo num ano eleitoral como este em que estamos... A grande preocupação continua sendo as obras para a copa mundial de futebol e a redução dos R$ 0,20 nas passagens do transporte urbano.

O assunto que vou abordar é a ÁGUA. Elemento que, sabemos pelos estudos da biologia, da química, da física, da medicina, da economia, etc., ser essencial para a vida! Talvez por não ser tema de novelas, nem de outros folhetins que inundam a mídia, muito poucas pessoas se deem ao trabalho de ler e, principalmente, pensar sobre essa questão.

Quase todos acreditam que alguém irá tomar as providências necessárias, não ficando nada por fazer por parte de qualquer indivíduo. Muito menos dele!

O assunto ao qual me refiro é, nada mais nada menos, do que a nossa singela ÁGUA!

Sobre as mudanças climáticas

A mídia tem feito vários documentários acerca do aquecimento global. Noticia, fartamente, as questões que foram debatidas e geraram o famoso “Protocolo de Kioto”, provavelmente esquecido por todos. Especialmente pelos responsáveis em cumprir com os termos consignados em documento público.

Nenhuma dúvida quanto ao momento em que vivemos. Realmente estamos passando por uma séria mudança climática, sem precedentes nos últimos anos. Quantos anos? A partir de quando começamos, de fato, a medir e a registrar as temperaturas e as variações climáticas? Não temos muitas referências sobre isso. A maioria das pesquisas ainda se baseia em dados obtidos de árvores milenares, bem como das bolhas de ar formadas em pedaços de gelo, extraídos de grande profundidade...

Ou seja: cientificamente, dentro do que essa palavra encerra, nenhuma informação temos que possam justificar as declarações espalhadas pela mídia, com base em “declarações” de “cientistas” e de outros guindados à condição de especialistas.

Pode parecer paradoxal. O suposto aquecimento global, causado pelo efeito estufa, irá gerar um resfriamento tão grande da Terra que nos colocará – provavelmente – numa nova era glacial. Para essa conclusão basta um pouco de reflexão, pura e simples!

O que podemos fazer?

Em nossa condição de meros humanos neste complexo sistema que contém a Terra, como planeta, resta muito pouco a fazer.

Só que o que podemos fazer é muito importante para que passemos, sem grande desconforto, esses momentos mais agudos que a condição climática causa. Nesse sentido, sugiro que sejam analisados os seguintes aspectos:
a) Rever constantemente o consumo de água em sua casa, observando possíveis vazamentos ou perdas desnecessárias de água, se houver mudança de padrão;
b) Baixar a quantidade média de consumo dos últimos meses. Valorizar cada litro d´água despendido em sua residência ou local de trabalho;
c) Acompanhar – junto às autoridades de seu município – os trabalhos de captação e potabilização da água destinada ao consumo. Incentivar junto a prefeitos e vereadores campanhas no sentido de economizar água e acompanhamento junto aos grandes consumidores (indústrias, escolas, hospitais, etc. em especial);
d) Outras ações compatíveis com a região onde você mora.

Algumas informações

No artigo: “As projeções sobre o futuro da água” há uma análise muito detalhada sobre esse recurso natural, bem como a forma de precifica-lo. Não tenha dúvida de que se os prefeitos da cidade não fazem nada para gerir o consumo e prolonga-lo ao longo do tempo é por estarem de olho nas possibilidades de ganho com o aumento do preço a ser cobrado. Falta de caráter e de ética são muito comuns nas esferas da gestão pública. E como a grande maioria das pessoas é ignorante acaba achando uma “boa ideia” o aumento proposto pelos interessados em amealhar, um pouco mais, os escassos recursos da população. É uma forma de “roubo oficial”!

Muitos conhecem a música feita sobre o Rio Piracicaba, de Sérgio Reis, que tem a seguinte letra:
O rio de Piracicaba vai jogar água pra fora
Quando chegar a água dos olhos de alguém que choraLa na rua onde eu moro só existe uma nascente
A nascente dos meus olhos já formou água corrente
Pertinho da minha casa já formou uma lagoa
com a lágrima dos meus olhos por causa de uma pessoaO rio de Piracicaba vai jogar água pra fora
Quando chegar a água dos olhos de alguém que choraEu quero apanhar uma rosa, minha mão já não alcança
eu choro desesperado igualzinho a uma criança
duvido alguém que não chore pela dor de uma saudade
quero ver quem que não chora quando amar de verdade.O rio de Piracicaba vai jogar água pra fora
Quando chegar a água dos olhos de alguém que choraQuando chegar a água dos olhos de alguém que choraQuando chegar a água dos olhos de alguém que chora.
Pois bem. Esse Rio está se transformando em nova atração turística. Não por conta de suas águas ou de sua antiga e famosa quantidade de peixes. O motivo é por conta da seca, conforme a manchete do Globo: “Seca vira atração turística e grupo entra com 3 carros em leito de rio”.

E agora? Já dá para prestar um pouco mais de atenção para a condição da água? Quais as medidas que você irá adotar?

Afinal, cada um de nós é responsável nesse processo de solução...

quarta-feira, 28 de março de 2012

Não deixe isso morrer…

Repassando!

ESTA MÚSICA É DA DÉCADA DE 1970, ANIMOU MUITOS BAILES, MAS CREIO QUE QUASE NINGUÉM ENTENDIA O QUE  HURRICANE SMITH ESTAVA CANTANDO.

AGORA SE VÊ QUE ELE, HÁ QUASE 40 ANOS, JÁ ESTAVA PREVENDO O QUE IRIAM FAZER COM O MUNDO.

ASSISTA AO VÍDEO, VEJA A LETRA DA MÚSICA E OUÇA A MELODIA MARAVILHOSA NA VOZ ROUCA DE HURRICANE SMITH!

VAMOS FAZER COM QUE ESSA MENSAGEM CORRA O MUNDO!

ISSO MESMO, QUEM SABE ASSIM NÓS CONSEGUIREMOS RETARDAR UM POUCO ESSE FIM!

sábado, 9 de abril de 2011

A forma pela qual escolhemos evoluir…

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As sábias palavras de um nativo da´América mostra que estamos evoluindo…

Para conhece-las basta clicar aqui.

Muito interessante a forma como ele revela que a “Primeira Guerra Mundial ocorreu quando Colombo chegou na América. Dos estimados 60 milhões de nativos ficaram cerca de 800 mil”.

Também sua informação sobre a água, que corria livre e limpa e podia ser bebida por todos, e que logo deixou de ser limpa, abundante e saudável…

Como dizia, há alguns anos Rafael Grecca, quando prefeito de Curitiba: “O Homem é o unico animal que ‘caga’ na água que vai beber”…

Mais uma vez pode ser questionada a tal supremacia da civilização ocidental; que só é suprema pelo fato de ter maiores e melhores armas, além de seu instinto selvagem e destruidor…

É um bom tema para reflexão…

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Monja Coen: Japão e kokoro, coração-mente-essência

 Cherry_Blossoms_And_Mount_Fuji,_Japan Recebi e repasso este texto da monja Coen Sensei, que nos fala do Japão e dos japoneses através de um olhar budista, treinado como eles para conhecer e manter contato com o que é essencial na vida.

kokoro3

Kokoro e Shin

JAPÃO
Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês:kokoro.
Kokoro ou Shin significa coração-mente-essência.
Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?
Outra palavra é gaman: aguentar, suportar.  Educação para ser capaz  de suportar dificuldades e superá-las.
Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo  de duas maneiras.
A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima.
A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas.
Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros.
Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém.  Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se mantinha em sua área.  As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.
Não furaram as  filas para assistência médica – quantas pessoas necessitando de remédios perdidos – mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone, receber atenção médica,  alimentos, roupas e escalda pés singelos, com pouquíssima água.
Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas de verduras, leite, da morte.
Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques.  Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam.  Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.
Sumimasen é outra palavra chave.  Desculpe, sinto muito, com licença. Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver.  Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta.  Desculpe pela minha dor, pelo minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos causando ao mundo. 
Sumimasen. Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas.
O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei.  Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto.
Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico.
As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de  resgate e delicadamente transportadas – quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias, helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.
Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que “somos um só povo e um só país”.
Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas.  Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.
Aprendemos com essa tragédia  o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos: a vida é transitória,  nada é seguro neste mundo,  tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente.
Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo  está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra.  O planeta tem seu próprio movimento e vida.  Estamos na superfície, na casquinha mais fina.  Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos.  O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos.  E isso já é uma tarefa e tanto.
Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução.
Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.
Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar.
Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram. E só posso dizer : todas.  Todas eram e são pessoas de meu conhecimento.  Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência.  Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas.
Mãos em prece (gassho)
Monja Coen

quinta-feira, 31 de março de 2011

G20 investe mais em energias renováveis

(Para ler texto com a origem deste artigo clique => Ecopolitica)

Muito interessante essa informação, que revela os volumes dos investimentos realizados em 2010 pelos vários países e regiões nas fontes alternativas, limpas e renováveis de energia.

Quais são essas fontes?

Sem dúvida, a maior fonte de energia que o mundo dispõe encontra-se no Sol! Essa estrela mais próxima de nós é uma incrível usina de energia nuclear, que nos entrega continuamente em volumes extremamente elevados. Pena que não nos damos o menor trabalho em analisar sua aplicação para o Bem!

A segunda fonte é a água e a terceira o movimento dos ares. No caso das águas ainda não aprendemos a usar a energia gerada, por exemplo, com o movimento das marés. Sequer das ondas...

As outras fontes existentes dependem também de recursos, só que são danosas ao meio ambiente e, em sua maioria, não são renováveis e limpas. Claro que, depois do filme brasileiro que concorreu ao Oscar neste ano, o Lixo é uma fonte imensa para geração de energia e melhoria do meio ambiente...

A opção de continuidade dos investimentos nessa área, independente à crise financeira, é um ótimo sinal. Renovam-se as esperanças de que teremos num prazo adequado a substituição (ou adequação) das fontes 'sujas' de energia pelas fontes renováveis e limpas.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Para Ajudar as Cidades do Litoral Paranaense

Morretes arte_floresta O Litoral do Paraná está com várias cidades sob as águas, desde a última semana. Abaixo está uma mensagem de um amigo disponibilizando uma forma para que as doações cheguem às pessoas que tem maior necessidade.

Se cada um fizer sua parte, solidarizando-se com as demais pessoas ao redor, passaremos a ter um mundo bem melhor.

Pessoal, sei que todos são muito ocupados, mas, a desgraça chegou forte em nossas barbas, e, o pessoal dessas localidades estão necessitando de tudo que puderem receber.

Eu, e mais um grupo de amigos jipeiros, estamos nos propondo a sermos os transportadores de tudo o que puder ser doado.

Nossa sugestão, para que vocês possam fazer a boa ação, sem perder tempo, é realizar alguma compra de cestas básicas e materiais de limpeza ou o que imaginarem para doar, e, comprar via Internet em algum supermercado e pedir para fazer a entrega. Assim, de sua mesa, sem sair de casa, vocês podem fazer esta boa ação. O débito é feito via cartão de credito, o que facilitara tudo.

Por enquanto, estou disponibilizando minha casa, na Rua Professora Maria Assumpção, 3530, Boqueirão.

E, se alguma boa alma resolver ajudar com doações, então, eu e mais os voluntários, estaremos carregando tudo em nossos veículos e levando até as comunidades carentes.

Teremos, para isso, orientação e assistência da Defesa Civil, onde temos amigos que já estão trabalhando nos locais atingidos, e, nos relatam que o povo esta necessitando de tudo. Não conseguimos imaginar o tamanho da destruição que ocorreu!

Peço que aqueles que forem realizando alguma doação, que, por favor me informem, pois, sabendo que haverão doações, já iremos preparar o carregamento e transporte.

Se alguém, dentre os que estão recebendo o e-mail, possuírem disponível um local mais central para receber as doações, então, daremos preferência a esse local. Se não, minha casa está a disposição.

Gente, vamos dar algo a esse pessoal, mas, principalmente, solidariedade e esperança!!!

Nelson Gasparotto

Gerente de Vendas Internacionais

+ 55.41.9965.1510

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Brasil poderia lucrar com veto no desmatamento

Clique para ler mais » Brasil poderia lucrar com veto no desmatamento

Novamente estamos deixando escapar as nossas riquezas, por mera falta de competência, tanto dos governantes (deputados, senadores, governadores, presidente da república), como dos empresários e da sociedade civil em geral.

Não sabemos fazer conta. Ou fazemos de conta que somos espertos.

É só ler para saber o que deveria ser feito. Aliás, bastaria dar-se ao trabalho de PENSAR. Nada mais...

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Al Gore relaciona enchentes no Rio de Janeiro ao aquecimento global

Al Gore relaciona enchentes no Rio de Janeiro ao aquecimento global

Claro que a emissão de poluentes deve ser combatida continuamente. O nível de consumo humano, especialmente dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, é extremamente poluente e nos condena a viver num mundo sujo, sem ar para respirar e sem água e alimentos para dar sustentação à vida; inclusive e especialmente à vida humana!

Entretanto, correlacionar o evento ocorrido na serra fluminense com o 'aquecimento global' é, no mínimo, forçar demais a barra...

Ele tem razão, e cita com muita propriedade a questão cultural atual, quando diz: "que o rádio e a TV “emburreceram a democracia”, tornando cidadãos em consumidores. “A internet democratizou as comunicações, permitindo que indivíduos se unam em torno de uma questão comum, e descubram coisas de acordo com sua própria curiosidade”, explicou o ex-vice-presidente."

Na questão do Rio de Janeiro, infelizmente, a maior responsabilidade recai sobre as autoridades constituídas que permitiram a criação de comunidades em áreas sabidamente de risco. E risco elevado, já que o fenômeno é cíclico.

Só não sabe quem não quiser saber ou for muito ignorante ou, o que é pior: tiver interesse em explorar de alguma forma outras pessoas (caso de políticos, principalmente).

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Até onde você permitirá?

Nossa espécie forma uma sociedade muito interessante. Parece que o genôma da espécie tem um componente destrutivo muito forte; assim como na estória do Escorpião e do Sapo, isso é “da nossa natureza”.
Não considgo concordar com esse ponto de vista simplista. Acredito que haverá um momento em que faremos o retorno e prosseguiremos como espécie por muito tempo ainda…
No artigo abaixo dá prá sentir o que acontece quando a ganância e a soberba se aliam à ignorância. Ou damos um basta vigoroso a tudo isso ou não haverá mais ambiente para a vida, ao menos aquela que conhecemos.
Mobilize-se! Faça sua parte e não aceite que os governantes e empresários destrutivos vençam.
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Artigo no site Hype Science abordando os aspectos mais negativos da sociedade humana, no trato ambiental.
Você acha que sua cidade é sujinha? Então deve conferir a lista com as 10 cidades mais poluídas do mundo! Atualmente nenhuma cidade é limpa e completamente ecológica, mas sempre há como ficar pior. (http://migre.me/34nGh)
1. NOVA DÉLI, ÍNDIA

Lá a mortalidade infantil é muito alta – e a principal causa disso é a poluição. Em algumas áreas da cidade as pessoas convivem com o lixo e cerca de 3 mil toneladas de poluentes são despejadas no ar todos os dias.
2. MUMBAI, ÍNDIA

Mumbai é conhecida pelo filme “Quem quer ser um milionário” e é uma das mais populosas do mundo. Não há a mínima conscientização por parte do governo em relação ao meio ambiente e estima-se que cerca de 1 bilhão de dólares precisaria ser gasto para recuperar minimamente a cidade.
3. MAPUTO, MOÇAMBIQUE

As 60 mil famílias residentes na capital do Moçambique despejam seu esgoto diretamente no Oceano Índico.
4. MOSCOU, RÚSSIA

Pode até ser chocante para alguns ver Moscou nessa lista, mas a capital da Rússia é conhecida por muitos como a cidade com o maior índice de poluição atmosférica do mundo. Por causa disso, muitos de seus habitantes têm problemas pulmonares.
5. CIDADE DO MÉXICO, MÉXICO

Nos anos 40 a Cidade do México era uma cidade muito limpa – era possível ver 100 km a sua frente. Agora, por causa da poluição atmosférica, a visibilidade foi reduzida a 1,5 km. Há muito nitrogênio no ar, o que também dificulta uma respiração eficaz.
6. LAGOS, NIGÉRIA

Lagos é a casa de 8 milhões de pessoas e a sede de muitas indústrias. Desde o ar até as ruas – a cidade é completamente poluída.
7. KARACHI, PAQUISTÃO

A poluição causada pelo aumento da concentração industrial na cidade, seja atmosférica, aquática ou sonora, faz com que 35% da população esteja com a saúde comprometida diretamente por esses problemas.
8. DHAKA, BANGLADESH

Dhaka é uma cidade muito populosa que enfrenta sérios problemas de poluição aquática. A coleta e destinação dos resíduos sólidos urbanos (basicamente, o lixo) também são praticamente inexistentes. A água é grossa e contaminada por pesticidas e agrotóxicos
9. BANDAR SERI BEGAWAN, BRUNEI DARUSSALAM

Brunei Darussalan é um pequeno e próspero país da Ásia. O problema é que o ar de lá está comprometido, por causa da grande concentração de veículos.
10. BAGDÁ, IRAQUE

Por causa dos conflitos que o país enfrenta, a questão do meio-ambiente foi deixada de lado. A queima de combustíveis fósseis e a falta de coleta de lixo fazem com que Bagdá seja uma das cidades mais poluídas do mundo. [Most Interesting Facts]

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A salvação do ecosistema passa pelo BOL$O?

Rio CitarunRio Citarum, situado no Oeste da Ilha de Java, na Indonésia. Como se viverá na Terra no Futuro? (cada vez mais próximo) 
Manter os ecossistemas preservados é menos oneroso que devastar. Essa é uma das conclusões do relatório A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para Políticas Locais e Regionais, apresentado ontem em Curitiba.
Será que ao se mexer no bolso do investidor/explorador teremos alguma mudança no comportamento humano? Tomara!
A notícia do Estadão, tem a seguinte manchete:

Devastar ecossistema e biodiversidade é mais oneroso do que preservá-los

As notícias nos informam de que a “Devastação Ambiental” causa um prejuízo muito maior do que sua conservação ou proteção. Fala-se da natureza como um bem econômico, que pertence – por Direito – ao Homem mais poderoso que poderá explorá-lo como julgar mais conveniente ou interessante.
A Vida, pelo jeito, ainda não é um bem econômico. Apesar de já “haver sinais de vida patenteados por laboratórios”. A escravidão existe na forma mais horrível que possa existir. É a forma onde o escravo fica “satisfeito e orgulhoso” ao ostentar as “marcas” de seus donos.
Vamos fazer com que essa ideia pegue: “Devastar ecossistema e biodiversidade é mais oneroso do que preservá-los”.
Quem sabe, se assim, Gaya continuará a manter a Vida neste judiado planeta…

domingo, 30 de maio de 2010

Nas Voltas do Mundo e as Voltas que o Mundo Dá


A questão ambiental é um componente constante na mídia mundial. Ao menos era bastante intenso, até que houve o desastre do vazamento no Golfo do México.

As notícias sobre aquecimento global, efeito estufa, incêndios na Amazônia e outros mais, deixaram de ocupar as manchetes diárias dos jornais mais populares. Até os vulcões em erupção fora da Europa deixaram de ser notícia...

Nas áreas públicas (bem poucas, por sinal) volta a ser cogitada a questão de criação de fontes de energia alternativa (regularizando os lixões) para obtenção de ganhos ambientais; inclusive aqueles relativos a "sequestro de carbono".

Não temos, ainda, nenhuma ideia quanto a gravidade do grande desastre ocorrido nos EUA. Independente da necessária e rápida ação dos responsáveis é importante que haja uma mobilização de todos para encontrar formas de solução ao grave problema.

Além do exercício diplomático seria um trabalho colaborativo internacional (como já ocorreu na questão do genôma). Todos serão engrandecidos e sairão mais fortes. E o planeta agradece!

Está chegando a hora de ser revelada as fontes de energia limpa, já existentes e do conhecimento de uns poucos. Vamos dar um basta ao uso do Petróleo no mundo todo!

É um sinal para que o "pré-sal" restrinja-se apenas nas lides de campanha, sem sair do papel (como a maioria das obras listadas no PAC 1 e 2). Afinal, como já foi explicado, o "mundo é redondo e tudo o que acontece por lá, afeta a vida por aqui".

Já chega os vulcões que estão trazendo energia, calor e muita fuligem à superfície do planeta.

Ave, Gaia! Ave...

Antonio Carlos

sexta-feira, 2 de abril de 2010

O Fundo da Linha

Fiquei impressionado com a mensagem do Greenpeace sobre os danos que estão sendo causados no fundo dos oceanos.

Agora não é suficiente derrubar ou incendiar florestas tropicais, destruindo vidas e espécies que nunca mais serão vistas ou conhecidas. A insanidade por resultados financeiros tem levado a humanidade ao total descontrole de sua sanidade.

Estamos promovendo uma destruição de toda a vida - ao menos a que conhecemos - sobre a face da Terra. Ou será que destruindo a fonte natural, que se constitui na primeira e última na escala alimentar, poderá haver alguma esperança.



E os políticos dos vários países, ainda chamados de civilizados, estão preocupados apenas com a emissão de poluição causadora do efeito estufa. É como já tive a oportunidade de comentar com dirigentes de congressos sobre meio ambiente:
 - Todos estão preocupados com o que é distante. Problemas de nosso quintal devem ficar escondidos e nem precisam ser resolvidos. Dá mais sucesso falar (no caso do Brasil) sobre os Protocolos assinados (Kioto e outros) e dos "micos-leão dourado"; dos "boto-cor-de-rosa"; etc.

Não estamos, de fato, observando o que acontece ao nosso redor. As sociedades estão consumindo de forma insana. Quando vão aos super-mercados compram tudo o que puderem, sem nenhuma reflexão sobre o que é de fato necessário a elas ou suas famílias. Cada um vale apenas "pelo que pode consumir".

Consumo, logo existo. Essa parece ser a nova ordem mundial.

Fico imaginando, após assistir ao vídeo do Greenpeace, o destino do produto colhido do fundo dos oceanos. Em sua maioria deve tratar-se de seres que não são usualmente consumidos. Deve ser uma massa de uma (ainda) enorme quantidade de seres, estranhos e de todos os tamanhos, que após devidamente triturados irão servir para compor as rações a serem comercializadas ao consumo humano e animal...

Até onde poderá ir a nossa ignorância?

Realmente o Fundo da Linha poderá ser o Fim da Linha da Raça Humana e de outras espécies de vida em nosso Planeta.

Se concordar, divulgue. Se não concordar, reflita...


Antonio Carlos Pedroso de Siqueira

sábado, 23 de janeiro de 2010

Aquecimento Global: Onde está a verdade?



Tem coisa que é melhor conhecer os 2 lados da moeda.

Particularmente, não tenho nenhuma opinião formada ainda.

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"Não existe aquecimento global",
diz representante da OMM na América do Sul

Por Carlos Madeiro Especial para o UOL Ciência e Saúde

11/12/2009

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU.

O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?

Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

Molion: Depende de como se mede.

UOL: Mede-se errado hoje?

Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?

Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?

Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?

Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?

Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

UOL: Mas o mar não está avançando?

Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

UOL: O senhor viu algum avanço com o Protoclo de Kyoto?

Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

Vejam também a discussão do tema no Canal Livre da Band em 6 partes:
http://www.band.com.br/canallivre/videos.asp

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