Mostrando postagens com marcador catastrofes naturais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador catastrofes naturais. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 3 de abril de 2012

Burocracia e alto custo impedem cidades de cumprir lei que exige o fim dos lixões

Burocracia e alto custo impedem cidades de cumprir lei que exige o fim dos lixões:


É uma pena que tenhamos de conviver com leis estranhas que espantam os projetos sérios e só sirvam para atrair "aves de rapina".

Grande parte disso que vem acontecendo é de nossa responsabilidade!

Afinal alardeamos aos quatro cantos que vivemos numa democracia e num estado de direito! E não sabemos cuidar dessa preciosidade que é a liberdade e o direito de avaliarmos as ações públicas com a devida transparência...

Estamos nos aproximando de, novamente, escolhermos aqueles que serão os Prefeitos de nossas cidades. Será que cada um de nós tem alguma noção sobre a grande responsabilidade que temos em "decidir" quem será o administrador de nossa cidade?

Além do Prefeito é necessário que tenhamos uma Câmara de Vereadores formada por pessoas íntegras e com o conhecimento mínimo necessário para cuidar de coisas que parecem simples; que se transformam de extrema complexidade quando estamos atuando numa administração pública.

Faça valer seu direito. Cobre de seus vereadores uma posição clara de transparência e eficácia na gestão. Precisamos deixar algum legado aos nossos filhos...

sábado, 17 de março de 2012

Desastre anunciado há quase 30 anos - Três Passos vive 'operação de guerra'

Três Passos vive 'operação de guerra'
Há quase 30 anos venho dizendo, repetidamente e sempre que tenho oportunidade, de dizer que:

"O primeiro deserto brasileiro será no Rio Grande do Sul"

Apesar de haver terras extremamente áridas no Nordeste brasileiro sabe-se que sob o solo da região há um enorme aquífero que poderia ser melhor estudado para uso e riqueza da região. Isso não acontece por ignorância e/ou interesse dos políticos e por aqueles que detém o poder de vida e morte, há muitos anos...

O Prefeito de Três Passos declara estar numa "operação de guerra" que fará com que o "município, em função da despesa de mais de R$ 500 mil mensais que tem para levar água, todos os dias, para 350 famílias da zona rural".

Desastre anunciado...

Arrogância, ganância e ignorância cristalizadas no poder político do Estado só podia gerar isso. Como a população nasceu nas mesmas bases dessa ignorância não era possível partir delas qualquer ato que mitigasse as mazelas geradas pelos governantes inconsequentes.

Afinal, o Estado gerava riquezas constantes (veja matéria sobre esse tema em Seca derruba safra e PIB gaúchos), e era suficiente para deixar todos acomodados com os danos causados ao ambiente.


Vi muitas empresas enriquecerem e empobrecerem. A riqueza financeira momentânea não é suficiente para cobrir a miséria econômica. Nunca devemos permitir que o lucro de caixa seja o único objetivo a ser alcançado. Sustentabilidade tem a ver com continuidade e lucro econômico...

Infelizmente poucos empresários (e governantes) sabem distinguir a diferença.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Oceanos não resistirão a “mais do mesmo”

Oceanos não resistirão a “mais do mesmo”

Apesar dos seguidos alertas há uma "calmaria" das pessoas, das empresas e dos governos, em geral.

É como se esses alertas estivessem passando numa tela de cinema, num filme de ficção. Ou numa novela e que os resultados podem ser mudados quando, e se, "mudarmos de canal, ou trocarmos o filme".

Se tudo for resultado de alienação das pessoas parece justo que a maioria de nós venha a sucumbir em desastres naturais. Que parecem ocorrer, cada vez mais, em maior quantidade, diversidade e distribuição geográfica.

Vamos aguardar... Se vivermos, veremos.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Uma garrafa. Apenas uma garrafa pet!



É preciso reorientar o ser humano...

O Homem tem de ser reconstruído...

É impressionante quando percebemos que estamos nos encaminhando para um destino que pode ser terrível, apenas por entendermos que a obrigação é do outro. Nunca nossa!

É assim que delegamos as autoridades o poder para manter tudo limpo e em ordem... Só que os representantes dessa autoridade estão muito mais preocupados em satisfazer sua própria ganância...

Enquanto isso, a garrafa fica no caminho de todos nós. Nos sujeitando à próxima catástrofe ambiental...

sábado, 9 de abril de 2011

A forma pela qual escolhemos evoluir…

10691

As sábias palavras de um nativo da´América mostra que estamos evoluindo…

Para conhece-las basta clicar aqui.

Muito interessante a forma como ele revela que a “Primeira Guerra Mundial ocorreu quando Colombo chegou na América. Dos estimados 60 milhões de nativos ficaram cerca de 800 mil”.

Também sua informação sobre a água, que corria livre e limpa e podia ser bebida por todos, e que logo deixou de ser limpa, abundante e saudável…

Como dizia, há alguns anos Rafael Grecca, quando prefeito de Curitiba: “O Homem é o unico animal que ‘caga’ na água que vai beber”…

Mais uma vez pode ser questionada a tal supremacia da civilização ocidental; que só é suprema pelo fato de ter maiores e melhores armas, além de seu instinto selvagem e destruidor…

É um bom tema para reflexão…

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A Importância da Biodiversidade

Biodiversidade é de suma importância para limpeza dos rios

Ainda verei o dia em que a natureza será a mestra dos homens... novamente!

Tantos rios morrendo por falta de um mínimo de atenção. Tantos técnicos e profissionais (inclusive alguns pós doc), além da enorme quantidade de recursos financeiros colocados na recuperação das águas de rios e lagos.

Tudo para pouco ou nenhum resultado.

Um dia a natureza voltará a ser Mestra e, humildemente, iremos aprender que há formas mais eficazes para a recuperação dessas águas.

Espero que aceitem isso antes que seja tarde demais...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Monja Coen: Japão e kokoro, coração-mente-essência

 Cherry_Blossoms_And_Mount_Fuji,_Japan Recebi e repasso este texto da monja Coen Sensei, que nos fala do Japão e dos japoneses através de um olhar budista, treinado como eles para conhecer e manter contato com o que é essencial na vida.

kokoro3

Kokoro e Shin

JAPÃO
Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês:kokoro.
Kokoro ou Shin significa coração-mente-essência.
Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?
Outra palavra é gaman: aguentar, suportar.  Educação para ser capaz  de suportar dificuldades e superá-las.
Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo  de duas maneiras.
A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima.
A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas.
Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros.
Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém.  Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se mantinha em sua área.  As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.
Não furaram as  filas para assistência médica – quantas pessoas necessitando de remédios perdidos – mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone, receber atenção médica,  alimentos, roupas e escalda pés singelos, com pouquíssima água.
Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas de verduras, leite, da morte.
Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques.  Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam.  Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.
Sumimasen é outra palavra chave.  Desculpe, sinto muito, com licença. Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver.  Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta.  Desculpe pela minha dor, pelo minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos causando ao mundo. 
Sumimasen. Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas.
O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei.  Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto.
Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico.
As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de  resgate e delicadamente transportadas – quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias, helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.
Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que “somos um só povo e um só país”.
Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas.  Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.
Aprendemos com essa tragédia  o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos: a vida é transitória,  nada é seguro neste mundo,  tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente.
Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo  está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra.  O planeta tem seu próprio movimento e vida.  Estamos na superfície, na casquinha mais fina.  Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos.  O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos.  E isso já é uma tarefa e tanto.
Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução.
Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.
Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar.
Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram. E só posso dizer : todas.  Todas eram e são pessoas de meu conhecimento.  Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência.  Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas.
Mãos em prece (gassho)
Monja Coen

quinta-feira, 31 de março de 2011

G20 investe mais em energias renováveis

(Para ler texto com a origem deste artigo clique => Ecopolitica)

Muito interessante essa informação, que revela os volumes dos investimentos realizados em 2010 pelos vários países e regiões nas fontes alternativas, limpas e renováveis de energia.

Quais são essas fontes?

Sem dúvida, a maior fonte de energia que o mundo dispõe encontra-se no Sol! Essa estrela mais próxima de nós é uma incrível usina de energia nuclear, que nos entrega continuamente em volumes extremamente elevados. Pena que não nos damos o menor trabalho em analisar sua aplicação para o Bem!

A segunda fonte é a água e a terceira o movimento dos ares. No caso das águas ainda não aprendemos a usar a energia gerada, por exemplo, com o movimento das marés. Sequer das ondas...

As outras fontes existentes dependem também de recursos, só que são danosas ao meio ambiente e, em sua maioria, não são renováveis e limpas. Claro que, depois do filme brasileiro que concorreu ao Oscar neste ano, o Lixo é uma fonte imensa para geração de energia e melhoria do meio ambiente...

A opção de continuidade dos investimentos nessa área, independente à crise financeira, é um ótimo sinal. Renovam-se as esperanças de que teremos num prazo adequado a substituição (ou adequação) das fontes 'sujas' de energia pelas fontes renováveis e limpas.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Encalhe de baleias: indício de catastofres naturais?



Indiano diz estar razoavelmente certo de que grandes terremotos geralmente seguem dentro de uma semana ou duas de encalhe em massa de cetáceos.

Alguns cientistas acreditam que comportamentos anormais de alguns animais podem estar ligados aos fenômenos naturais, como os terremotos e tsunami que atingiram recentemente o Japão. No entanto, como o argumento ainda possui muitos estudos científicos aprofundados muitos céticos acreditam que os eventos não passam de coincidências.

O comportamento dos mamíferos marinhos, principalmente as baleias, têm registros históricos de anormalidades que ocorreram em datas próximas a eventos sísmicos. Por isso, alguns pesquisadores acreditam que o estudo e monitoramento desses animais possa funcionar como método de prevenção.

“Apesar da grande quantidade de dados coletados nos EUA, é impossível definitivamente sugerir que os encalhes e calamidades naturais estão conectados; mamíferos marinhos encalham por diversas razões”, disse Mridula Srinivasan, bióloga marinha e pesquisadora do National EUA Oceanic and Atmospheric Administration.

Arunachalam Kumar, reitor da K S Hegde Medical Academy, em Mangalore, na costa oeste da Índia, está convencido, porém, que o encalhe de mamíferos marinhos é um prenúncio de terremotos.

Kumar previu o terremoto que resultou no tsunami em dezembro de 2004 – em um post que tinha feito no E-Grupo da Universidade de Princeton de História Natural, três semanas antes da calamidade.

Analisandoo encalhe de 90 baleias-piloto na costa da Tasmânia, em novembro 2004 Kumar escreveu no dia 29 de novembro: “Na minha observação, confirmada ao longo dos anos, suicídios em massa de cetáceos (…) estão relacionados a distúrbios no campo eletromagnético e possíveis realinhamentos das placas geo-tectônicas. Ao calibrar os epicentros contra dados de encalhes, estou razoavelmente certo de que grandes terremotos geralmente seguem dentro de uma semana ou duas de encalhe em massa de cetáceos (…) “.

Em 26 de dezembro do mesmo ano, um terremoto medindo 9,0 na escala Richter atingiu a região e provocou o tsunami que deixou 230 mil mortos em todo o Oceano Índico.

SarangKulkarni, oceanógrafo indiano está entre os céticos. “Eu não compro a teoria de que a morte das baleias são indicativos de iminente calamidades naturais, pois como muitos encalhes de baleias ocorrem sem um tremor de terra a seguir?” disse à agência Inter Press Service (IPS). No entanto, “no dia do tsunami na Ásia, os cães de rua em Port Blair nas ilhas Andaman, Índia estavam tão tímidos, submissos e assustados (…) eles me seguiram de aldeia em aldeia”, admite.

“O recente encalhe de um grupo de baleias perto da costa da Nova Zelândia em 20 de agosto prenuncia um grande terremoto em terra ou submarina dentro de duas a três semanas a contar da data do evento,” Kumar escreveu em seu blog no dia 23 de agosto, 2010. “Este fim de mês (agosto 2010) ou início do próximo mês deverá haver um terremoto ou um vulcão enorme no arquipélago da Indonésia.”

O MonteSinabung da Indonésia, um vulcão de 400 anos, previamente classificados como extinto, entrou em erupção em 29 de agosto e um terremoto de magnitude 7,1 na escala Richter atingiu a Nova Zelândia em 4 de setembro de 2010.

De acordo com o United States Geological Survey (USG), não existe um “comportamento histório natural reconstrutível” creditável em quantificar essas previsões. Em média, 1.200 a 1.600 baleias encalham na costa dos EUA sozinhas, de acordo com um estudo iniciado pelo Fish and Wildlife Service, EUA.

“O comportamento intuitivo animal precisa de mais documentação estatística”, salienta Kumar. Observações foram feitas com outros animais como elefantes, na Indonésia, e pássaros, nos Estados Unidos e Índia, que “previram” terremotos e erupções vulcânicas respectivamente.

A primeira documentação do comportamento do animal antes de terremotos foi em 373 a.C. Na ocasião, historiadores documentaram que roedores e cobras abandonaram a cidade grega de Helice dias antes de um terremoto.

Em 1975, com base no comportamento animal estranho, as autoridades chinesas evacuaram Haicheng, uma cidade de um milhão de pessoas, dias antes de um terremoto de 7,3 graus na escala Richter, diminuindo fatalidades.

Fonte: Ciclo Vivo

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...