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EM ALGUNS LUGARES, ELA JÁ NÃO EXISTE MAIS...
Um espaço para troca de ideias sustentáveis
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." (...) ....O Japão é hoje vítima de erros de avaliação desastrosos e práticas fraudulentas, que se entrelaçam ao longo de meio século. Incluem falsificação de documentos, fabricação de relatórios, mistificação dos inspetores de segurança nuclear, minimização dos riscos e falta total de transparência na apuração de incidentes e paralisações. Nenhuma abuso foi evitado, no esforço para alcançar a meta estabelecida. Ao perceber seu país, um dos mais avançados científica e tecnologicamente, reduzido à tentativa de interromper um processo de fusão nuclear por meio de métodos tão grosserios como o uso de mangueiras d’água, a sociedade japonesa (e o resto do mundo) se questiona. Que nação – entre elas os Estados Unidos, que se lançam a um “renascimento nuclear” – seria capaz de reagir melhor, em tais circunstâncias?
Apesar da catástrofe que continua a ameaçar, abandonar a energia nuclear não seria tarefa para amanhã. A classe dirigente continuará a perseguir seus sonhos de liderança mundial. Continuará, portanto, a vislumbrar no nuclear uma energia limpa e ilimitada, capaz de rsolver o problema do aquecimento climático. Desejará manter uma força nuclear de dissuasão (braço armado dos Estados Unidos no Pacífico). Para boa parte da população, os objetivos são outros. Cada vez mais vozes se erguem em favor de um processo realmente democrático de decisão envolvendo as fontes de energia. Sugerem o fim do programa nuclear militar e o planejamento de uma alternativa ao nuclear civil. As aspirações incluem o desenvolvimento de energias renováveis, o fim das emissões de gases do efeito-estuva, a reciclagem dos materiais existentes.
Na queda de braços que opõe uma burocracia firmemente aferrada a um Japão nuclear e uma sociedade civil impaciente pela emergência de um novo padrão social, econômico e ecológico, haverá um antes e um depois do 11 de Março......(..) "
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Gavan McCormack é professor emérito na Universidade da Austrália e autor de diversos livros, entres os quais Client State: Japan in the American embrace [“Estado-Cliente: o Japão na órbita dos Estados Unidos], Verso, Nova York, 2007
“Agua de la central nuclear de Fukushima, sentimos hacerte sufrir. Perdónanos. Te damos las gracias y te amamos».
“Água da energia nuclear de Fukushima, sentimo por fazê-la sofrer. Perdoe. Obrigado e nós amamos você. "
“Acqua dalla potenza nucleare di Fukushima, ci sentiamo di farvi soffrire. Perdonami. Grazie a voi e noi ti amiamo ".
“水は、福島県原子力発電から、我々はあなたが苦しむことを感じる。許して。 ありがとう、私たちはあなたを愛しています。"
“Water from the Fukushima nuclear power, we feel make you suffer. Forgive. Thank you and we love you. "
«Aigua de la central nuclear de Fukushima, sentim fer-te patir. Perdona'ns. Et donem les gràcies i et estimem ».
“Aqua Energia nuclearis Fukushima sentimus vos patiar. Ignosce. Gratias maximas et amamus te.”
מים מן הכוח Fukushima גרעיני, אנחנו מרגישים לגרום לך לסבול. סלח.
תודה לך ואנחנו אוהבים אותך.
المياه من الطاقة النووية فوكوشيما، ونحن نشعر تجعلك تعاني. يغفر.
شكرا لكم ونحن نحبك
“Вода из Фукусима ядерной энергетики, мы считаем, заставит вас страдать.Простите. Спасибо, и мы любим вас. "
水從福島核能,我們覺得讓你受苦。原諒。謝謝你,我們愛你。
Wasser aus dem Kernkraftwerk Fukushima, fühlen wir machen Sie leiden. Verzeihen Sie. Vielen Dank und wir lieben dich.
Water uit die Fukushima kernkrag, ons voel jou ly. Vergewe. Baie dankie en ons is lief vir jou.
L'eau du Fukushima l'énergie nucléaire, nous nous sentons vous faire souffrir.Pardonnez. Merci et nous vous aimons.
As sábias palavras de um nativo da´América mostra que estamos evoluindo…
Para conhece-las basta clicar aqui.
Muito interessante a forma como ele revela que a “Primeira Guerra Mundial ocorreu quando Colombo chegou na América. Dos estimados 60 milhões de nativos ficaram cerca de 800 mil”.
Também sua informação sobre a água, que corria livre e limpa e podia ser bebida por todos, e que logo deixou de ser limpa, abundante e saudável…
Como dizia, há alguns anos Rafael Grecca, quando prefeito de Curitiba: “O Homem é o unico animal que ‘caga’ na água que vai beber”…
Mais uma vez pode ser questionada a tal supremacia da civilização ocidental; que só é suprema pelo fato de ter maiores e melhores armas, além de seu instinto selvagem e destruidor…
É um bom tema para reflexão…